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Acordo Mercosul-UE vai contribuir para a reindustrialização do Brasil

A conclusão do Acordo Mercosul-União Europeia e a modernização do acordo que evita a dupla tributação (ADT) são as prioridades das indústrias do Brasil e da Alemanha como medidas para aprofundar as relações econômicas entre os dois países. Os dois marcos dependem de avanços nas negociações entre os governos – no caso do Mercosul União-Europeia, de aval dos países-membros dos blocos – e devem ser aceleradas, na visão de representantes dos setores produtivos alemão e brasileiro, reunidos no 39° Encontro Econômico Brasil-Alemanha, nesta segunda-feira (13), em Belo Horizonte.

“A implementação do acordo Mercosul-UE será muito positiva porque facilitará a diversificação das exportações e a ampliação da rede de parceiros comerciais nos países que integram os dois blocos. Ajudará, ainda, a agregar valor às cadeias de produção e a incentivar o crescimento da economia e a criação de empregos nas duas regiões”, afirmou presidente da Federação das Indústrias do Estado da Bahia (FIEB) e representante da CNI, Ricardo Alban.

Os avanços pela conclusão do Acordo Mercosul-União Europeia e o acordo para evitar a bitributação entre os países já haviam sido listadas como mais impactantes na relação Brasil-Alemanha, em uma consulta prévia realizada pela CNI com empresas com relações econômicas com o país europeu. As conclusões deste levantamento foram apresentadas por Alban, durante a abertura do EEBA.


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