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Exportadores gaúchos já sofrem com crise argentina e temem nova piora

Na última semana, o Banco Central da República Argentina (BCRA) impôs mais restrições ao dólar, algumas com impacto direto no Rio Grande do Sul. Uma das medidas, válida até o fim de outubro, inclui a importação de remédios, derivados de petróleo e alimentos - entre outros produtos - na lista que precisa de autorização prévia do sistema de importações do país. Para os gaúchos, já afetados pela crise no país vizinho, é mais um risco de atraso no pagamento ou barreira aos negócios.


O caso mais explícito é o da Conservas Oderich, que exporta comida em lata para a Argentina e tinha alguns produtos ainda com garantia de pagamento imediato.


— Para o que ainda não temos licença, seguramos um pouco a produção, pois não sabemos como vai ser nas próximas semanas, já que a eleição na Argentina pode ainda ter um segundo turno em novembro. Para o que já tínhamos licença, estamos produzindo. Essa situação só irá se normalizar depois das eleições — afirma Marcos Oderich, diretor da empresa.


Nesta semana, a Fiergs informou que as exportações industriais gaúchas caíram 21,6% em setembro - em parte, por efeito dos problemas de vender à Argentina.


Zero Hora





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