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Igrejinha: R$ 100 milhões em perdas na indústria calçadista

A prioridade em meio à catástrofe que atinge o Rio Grande do Sul segue sendo o resgate e atendimento às vítimas. Em algumas áreas a água baixou e moradores e empresas tentam retomar suas atividades. Na indústria, entre os setores mais afetados com a enchente está o calçadista. Somente em Igrejinha, no Vale do Paranhana, 62 empresas foram atingidas pelas águas.


De acordo com o presidente do Sindicato das Indústrias de Calçados de Igrejinha (Sindigrejinha), Vinicius Mosmann, os prejuízos nas fábricas da cidade, contabilizados até quinta-feira (9), ultrapassavam R$ 99,5 milhões.


O levantamento do sindicato mostra estimativa de impactos nos próximos três meses. Todas as empresas informaram que devem ter queda na produção, 20% disse que prevê demissões, 80% esperam dificuldades na obtenção de insumos e 60% trabalha com a expectativa de necessidade de crédito.


A cidade de Três Coroas também enfrenta as consequências das cheias. A calçadista Bebecê perdeu todo seu estoque e o e-commerce também foi afetado.


A empresa anunciou nesta quinta-feira (9), que está limpando os calçados que foram sujos pela enchente e que ainda poderão ser reaproveitados para doá-los a quem precisa. "Nem todos os materiais resistem à água e barro, então iremos doar o que for possível", disse em suas redes sociais.


ABC+



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