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Olympikus saltou obstáculos ao adotar alta tecnologia

A Vulcabras é uma empresa que não nasceu gaúcha: foi fundada há 71 anos em São Paulo, com produção no interior do Estado, em Cabreúva. Mas ganhou "cidadania" ao ser comprada por Pedro Grendene Bartelle, e logo depois, adquiriu um ícone da indústria calçadista local, a Azaleia, de Parobé.


Então, para não confundir, a coluna já esclarece: a Grendene é dos irmãos Alexandre e Pedro, mas a Vulcabras é só de um deles. E o CEO da Vulcabras é Pedro Bartelle, filho de Pedro, que largou uma bem-sucedida trajetória no automobilismo para pilotar os negócios.

Com várias marcas e trajetórias em mãos, a empresa tomou uma decisão: especializar-se em calçados esportivos. Conforme o relato do CEO, a aquisição da Azaléia já tinha como foco a Olympikus, que se tornou o tênis mais vendido do país. O sucesso com essa marca ajudou na conquista da produção e gestão de duas grifes internacionais: Mizuno e Under Armour.


Em Parobé, começa o processo de "nascimento" das três marcas, com a equipe de criação, seguida pela engenharia e pela produção dos moldes e das matrizes para as três marcas - e pela produção de alguns modelos mais avançados. Também é lá que são feitas as placas de grafeno - o grande salto tecnológico da Olympikus dado no ano passado. A fabricação em série ocorre na Bahia e no Ceará.


Marta Sfredo/Zero Hora




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