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Pesquisa: impacto das cheias na cadeia coureiro-calçadista

A cadeia produtiva de couros e calçados do Rio Grande do Sul, que emprega diretamente mais de 120 mil pessoas em cerca de 3 mil empresas, foi impactada pelas enchentes que assolam o Estado desde o início de maio. A Abicalçados, Assintecal e CICB, divulgaram um levantamento que aponta que mais de 7,2 mil trabalhadores dos estabelecimentos do setor foram diretamente atingidos pela catástrofe. Outro dado importante da sondagem é que entre as principais dificuldades colocadas pelas empresas está em primeiro lugar a indisponibilidade com mão de obra, seguida pelos problemas logísticos em função de estradas e aeroportos afetados.


Conforme o levantamento, 48% das empresas do setor foram atingidas pelas enchentes, sendo que a maior parte delas deverá ter a produção normalizada ainda em maio. “Tivemos um impacto importante, mas mais uma vez a resiliência da cadeia produtiva do calçado nos surpreendeu positivamente. Mais de 90% das empresas atingidas devem estar com produção normalizada até o final do mês, graças a ajuda de seus próprios colaboradores”, comenta o presidente-executivo da Abicalçados, Haroldo Ferreira.


Para o presidente executivo do CICB, José Fernando Bello, a indústria de couros tem vivenciado nas últimas semanas o mesmo fenômeno que ganhou espaço no Brasil frente à tragédia: a força da solidariedade. “Nosso setor está empenhado em apoiar as famílias de trabalhadores de curtumes que perderam suas casas e pertences com as cheias no Rio Grande do Sul”.


Comunicação da Abicalçados






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