top of page

Setor calçadista renova estratégias para retomar mercados

Depois de crescimento acima da média em 2022, as expectativas já eram de ajuste para as exportações calçadistas em 2023. No entanto, os cenários econômicos de Argentina e Estados Unidos — países que, juntos, somam mais de 40% dos embarques nacionais — e o regresso da concorrência dos produtos asiáticos no mercado interno ampliaram as dificuldades.


Para superar este cenário, empresas calçadistas traçaram estratégias. Com 10% das exportações concentradas na Argentina, a Pegada, de Dois Irmãos, aposta na estratégia de fixar a marca fora do país e da América Latina.


A empresa se encaminha para consolidar em 20% a fatia da produção destinada às vendas externas, enquanto a média do setor é de 12%. A meta é perseguida com um planejamento que, conforme Alex Engelmann, gerente de negócios internacionais, permite absorver melhor as oscilações:


— Esses números são reflexo da opção de não exportar um par sequer com marca que não seja a nossa. É um trabalho de afirmação da marca em 60 países de forma ativa, mas com presença em 90.


Diretor da Boaonda, de Sapiranga, Cássio Romani acompanhou os primeiros passos da transição da empresa de matrizes para a indústria de calçado acabado. Presente em 25 países, a fabricante tem como uma de suas apostas ganhar terreno no mercado dos Estados Unidos.


Para isso, desde terça-feira (16), a marca participa de uma feira em Atlanta. Apesar da desaceleração da economia norte-americana, a Boaonda desenvolve um produto exclusivo para o mercado.


Com lançamento previsto para o primeiro semestre, a nova peça visa ampliar o portfólio da marca e entrar na disputa por um nicho hoje dominado por empresas asiáticas, buscando um diferencial competitivo nos produtos em EVA, com um solado tecnológico, diz Romani.


Zero Hora




Σχόλια


bottom of page