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Acordo Mercosul-UE - Oportunidades e ameaças

  • há 19 horas
  • 1 min de leitura

A indústria de máquinas e equipamentos vê o acordo de forma ambígua, com oportunidades e ameaças. Para o presidente da Associação Brasileira das Indústrias de Máquinas e Equipamentos para os Setores do Couro, Calçados e Afins (Abrameq), André da Rocha, o Brasil possui pontos de fragilidade, que incluem os custos do capital, das matérias-primas e de logística muito superiores aos praticados na UE.


“Acreditamos que acordos comerciais e integração com cadeias produtivas e mercados são o caminho para aumentar a competividade e o desenvolvimento da indústria brasileira, porém temos ‘tema de casa’ para ser feito que exige ação rápida e com profundidade para evitar a evasão de indústrias, o que já vem acontecendo nos últimos anos”, observa.


O diretor da Associação Comercial, Industrial e de Serviços de Novo Hamburgo,Campo Bom, Estância Velha, Dois Irmãos e Ivoti (ACI-NH/CB/EV/DI/IV), FaustonSaraiva, acredita que a indústria seria melhor atendida se houvesse também atenção“dentro de casa”.


“Não adianta benefício de taxas e isenções de importações se o próprio governo nãoauxilia as indústrias brasileiras. Acordo ajuda, mas precisamos olhar para o ajuste fiscal ea redução da carga tributária. Nossos principais parceiros comerciais estão na China enos Estados Unidos, Europa é mais um. Temos que concorrer com mercado chinês eretomar as coisas com mercado americano, especialmente em segmentos importantespara nossa região como o calçado.”


Veja a matéria completa aqui.


Jornal NH


 
 
 

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