Alban reforça proteção à indústria contra concorrência desleal
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Tema foi discutido durante reunião do Fórum Nacional da Indústria (FNI).
A melhoria dos mecanismos de defesa comercial e a adoção de estratégias mais efetivas para proteger a indústria doméstica contra práticas de concorrência desleal foi o principal tema discutido nesta sexta-feira (28) pelo Fórum Nacional da Indústria (FNI). O encontro, promovido pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), reuniu lideranças do setor em São Paulo.
O presidente da CNI, Ricardo Alban, destacou a necessidade de buscar convergência entre os diversos setores da indústria em torno de medidas mais efetivas de proteção comercial. “Para que sejamos efetivos, precisamos melhorar. Precisamos entender que a defesa comercial tem que envolver a lógica do entendimento das cadeias produtivas. Nossas cadeias produtivas precisam se complementar e encontrar caminhos de convergência”, disse o dirigente.
Alban informou que a CNI está elaborando um Acordo de Cooperação Técnica (ACT) para promover a internacionalização e a defesa comercial da indústria brasileira e irá apresentar ao Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC) em setembro.
A defesa comercial é um dos pilares do comércio justo. De acordo com a gerente de Comércio e Integração Internacional, Constanza Negri, o tema é importante porque, embora a balança comercial brasileira seja superavitária, a indústria de transformação tem apresentado déficit estrutural na balança nos últimos anos. “Em 2026, a indústria de transformação registrou o maior déficit já registrado em um primeiro semestre, de US$ 38,2 bilhões”, alertou.
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