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Brasil começa 2026 forte, mas desaceleração é prevista

  • há 2 horas
  • 1 min de leitura

O início de 2026 trouxe uma surpresa positiva para a atividade econômica brasileira, levando o JPMorgan a revisar suas projeções de crescimento para o ano. Segundo análise do banco, o PIB do primeiro trimestre deve crescer a uma taxa anualizada de 3,6% na comparação trimestral, acima dos 2,8% estimados anteriormente, refletindo um desempenho mais robusto da indústria, do varejo e dos serviços nos primeiros meses do ano.


O banco destaca que, entre janeiro e fevereiro, a produção industrial acumulou alta de 3%, as vendas no varejo subiram 2% e o setor de serviços avançou 0,2%, com destaque para os serviços prestados às famílias. Esse conjunto de dados levou o JPMorgan a elevar a projeção de crescimento do PIB de 2026 em 0,2 ponto percentual, para 1,5% na comparação anual. Ainda assim, a instituição ressalta que essa revisão é explicada quase integralmente pelo efeito de carregamento estatístico do primeiro trimestre, e não por uma melhora estrutural do cenário ao longo do ano.


Apesar do começo mais forte, a leitura do banco é de que o fôlego da economia tende a diminuir à frente. O JPMorgan projeta desaceleração a partir do segundo trimestre, com crescimento abaixo do potencial no segundo semestre. Entre os fatores que pesam contra a atividade estão a deterioração das margens do setor corporativo, o aumento dos custos de insumos e condições financeiras mais apertadas, agravadas pelos efeitos do conflito no Oriente Médio sobre os preços internacionais de energia.


InfoMoney


 
 
 

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