El Niño desafia indústria com eventos climáticos extremos
Protocolos do SESI e guia da CNI orientam empresas na proteção de trabalhadores e na continuidade das operações.
Os protocolos foram desenvolvidos em parceria com o Conselho Nacional do SESI e o Ministério da Saúde. O primeiro, voltado a inundações, foi apresentado em 2025; o segundo, dedicado a secas e queimadas, em março deste ano.
No caso das inundações, o ponto de partida é identificar onde a empresa está vulnerável. Isso envolve avaliar não apenas a possibilidade de a água atingir a planta, mas também os riscos para instalações elétricas, máquinas, áreas de armazenamento, vias de acesso, trabalhadores e logística.
A partir desse diagnóstico, o protocolo orienta a elaboração de planos de resposta a emergências, com definição de níveis de alerta, rotas de evacuação, canais de comunicação, procedimentos de primeiros socorros e estratégias para a recuperação das operações.
Para secas e queimadas, o acompanhamento considera os fatores como temperatura, umidade do ar, focos de calor, qualidade do ar, disponibilidade de água e proximidade do fogo. O protocolo estabelece níveis progressivos de prontidão, responsabilidades, canais de alerta e articulação com o Sistema Único de Saúde (SUS), a Defesa Civil e o Corpo de Bombeiros.
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