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Tarifa dos EUA preocupa e agrava competitividade gaúcha

  • 3 de jun.
  • 1 min de leitura

A recomendação de uma nova tarifa adicional de 25% sobre as importações originárias do Brasil por parte dos EUA é vista com muita preocupação pelo setor industrial. A investigação no âmbito da seção 301 contra o Brasil, que teve início em julho de 2025, foi concluída pelo Escritório do Representante de Comércio dos Estados Unidos (USTR) antes do previsto e retrata um novo cenário de instabilidade para as exportações gaúchas.


O presidente da FIERGS, Claudio Bier, espera que o governo brasileiro consiga defender os interesses brasileiros de forma efetiva, demonstrando, inclusive, os impactos negativos das medidas sobre o mercado norte-americano. Embora já se tenha feito forte mobilização para apresentação de tais resultados, movimento em que a FIERGS fez parte, em conjunto com a CNI, ainda há espaço para contribuições e diálogo por meio de consulta pública e audiência, antes da decisão final em 15 de julho.


Desde a implementação das tarifas em abril do ano passado e, de forma mais agressiva, a partir de agosto do mesmo ano, a indústria gaúcha passou a ter quedas expressivas em suas exportações, chegando a reduções de 37% nos últimos cinco meses de 2025 e de 22,4% entre janeiro e abril de 2026. Nesse sentido, a decisão representa mais um impasse nas relações comerciais com os EUA.


Comunicação da FIERGS


 
 
 

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