Quem vai fabricar os calçados do futuro?
A dificuldade de encontrar trabalhadores é uma realidade nos diferentes polos calçadistas do Brasil.
A falta de mão de obra e o envelhecimento do perfil profissional do setor colocam em pauta a necessidade de atrair novas gerações, adaptar a formação profissional e investir em inovação para manter a competitividade da indústria.
As mudanças no comportamento dos jovens exigem uma nova abordagem na preparação de profissionais. Há resistência crescente em relação ao trabalho no chão de fábrica, o que demanda uma aproximação entre as instituições de ensino, as empresas e as expectativas das novas gerações.
A modernização dos processos aparece como uma das estratégias para enfrentar a escassez de trabalhadores. Mas, a inovação não elimina a necessidade de profissionais qualificados. Por isso, a atração de novos talentos e a valorização de quem atua na indústria permanecem questões centrais para o futuro do segmento.
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